Estado Theta

Autoestima em qualquer idade

Atualizado em 06/01/2020

Autoestima não tem idade. Viver bem e feliz são privilégios que independem da faixa etária.

As pessoas na terceira idade não precisam temer ou se esconderem por causa de suas rugas e cabelos brancos. Mas devem se amar e admirar por todos os anos vividos e desafios enfrentados até aqui.

O importante é como você olha para si mesmo. Sinta orgulho de tudo o que fez e de todas as tentativas também. Pois quando você tem orgulho de si e das suas conquistas, então opiniões alheias carregadas de desmotivação não o poderão atingir.

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Você é o principal responsável pela sua felicidade

A autoestima se constrói durante uma vida. Idosos, crianças e adultos, todos estão sujeitos a sofrerem as consequências da baixa autoestima.

E como isso se inicia logo nos primeiros anos de vida, é essencial que os pais comecem motivando seus filhos e os ajudando a descobrirem suas habilidades e o que os fazem especiais.

No entanto, é a partir daí também que os pais precisam fazer os filhos identificarem suas limitações. Desse modo a criança crescerá e terá menos frustrações na vida. Ou seja, se tornará um adulto e, depois, um idoso que possui a autoestima elevada.

Mas como isso funciona?

Quando a idade chega, aquelas pessoas que possuem uma autoestima elevada sabem lidar melhor com o surgimento das rugas, cabelos brancos, aposentadoria, entre outras coisas. Ou seja, quando se tem uma autoestima elevada e é feito de tudo para mantê-la, então esses novos desafios são enfrentados facilmente.

Em contrapartida, existem aquelas pessoas que viveram a vida inteira em lamentações e se colocaram no fundo do poço. E isso só piorará quando elas chegarem a uma idade mais avançada.

Então seria o fim? Obviamente que não.

Isso não significa que pessoas idosas que sofram de baixa autoestima não possam lidar com ela nessa fase da vida. É perfeitamente possível ter uma vida com mais satisfação e felicidade para quem tem problemas de autoestima na terceira idade.

Tudo parte do princípio do autoconhecimento. Do mesmo modo que os pais fazem com seus filhos. Aqui você está reaprendendo a lidar consigo mesmo ou ajudando um familiar idoso a fazer isso e recuperar a sua autoestima na terceira idade.

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O que fazer para viver plenamente?

O primeiro passo é começar a se conhecer melhor ou, melhor dizendo, se “reconhecer”. Mas por que se “reconhecer”? Nessa fase da vida, o idoso precisa aprender a lidar com suas limitações de maneira natural.

Nessa idade, muitos deles não conseguem mais fazer as coisas que faziam quando tinham um físico mais jovem. No entanto, há que se aproveitar coisas da vida que tragam felicidade, pois elas ainda existem nessa fase.

Por isso que muitos especialistas recomendam caminhadas ao ar livre, a prática de atividades físicas segundo suas limitações, participar de projetos sociais ou mesmo de eventos locais onde se possa interagir com pessoas da mesma idade.

A socialização é uma das coisas mais benéficas que existem para se vencer a baixa autoestima e é ainda mais importante para pessoas na terceira idade. E quando pessoas idosas interagem com pessoas de sua época, isso também contribui para elevar a sua autoestima.

Outra coisa importante é não deixar de cuidar da sua imagem e aparência. Não importa sua idade, cuide-se: pratique exercícios para manter o corpo saudável, alimente-se bem, maquie-se, faça tratamento de pele, etc. Enfim, a aparência e a autoestima estão ligadas, mas o importante é que isso não se torne uma obsessão e algo que possa te colocar para baixo.

Há, inclusive, um livro da autora Anita Liberalesso Néri, que já escreveu mais de 20 livros sobre velhice, que fala da relação da auto-imagem com o envelhecimento e que vale a pena a leitura. O livro é intitulado “Idosos no Brasil: vivências, desafios e expectativas na terceira idade“.

E, por fim, não deixe de ter sonhos e objetivos, isso transcende a idade.

Não importa qual seja sua idade, sempre há tempo enquanto se tem vida e esperança. Não fosse assim não veríamos casos de idosos fazendo faculdade, viajando pelo mundo ou mesmo começando um negócio, por exemplo.

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